Uso de crédito continua uma opção para complemento de renda dos brasileiros

Por: Raisa Covre 144 views

Segundo estudo do SPC Brasil com a CNDL, as modalidades são utilizadas para os principais setores de consumo dos brasileiros. Confira quais

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Os brasileiros costumeiramente adotam modalidades de crédito para auxiliar sua vida financeira – e isso continua assim. Segundo o Indicador de Uso de Crédito e de Propensão ao Consumo, calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), 37% dos consumidores utilizaram algum meio de crédito em fevereiro. O cartão de crédito fica em primeiro lugar, com 37% (gasto médio de R$ 902,74).

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As outras opções são cartão de loja e crediário, com 14% (gasto médio de R$ 354,50) e limite do cheque especial (7%). Fora isso, a utilização de empréstimos (5%) e financiamentos (4%) também foi apontada como opção.

Prioridades

Entre os consumidores que utilizam cartão de crédito, 38% indicam aumento na fatura, 37% apontam estabilidade no valor e para 19% houve diminuição na conta. As compras de supermercado lideram a lista de bens comprados, citados por 62% dos respondentes, além de remédios e itens de farmácia (47%).

Para quem usa crediário ou cartão de loja, as roupas, calçados e acessórios lideram a lista de compras, citados por 49% dos brasileiros. Já entre os que possuem financiamentos, 30% utilizaram para comprar carro, 12% para eletrônicos, 12% para eletrodomésticos, 11% para faculdade, 10% para apartamento e 10% para casa.

Situação

Segundo o estudo, somente 15% dos brasileiros ficaram no azul em março, com sobra de dinheiro. Desses, 12% pretendem poupar a sobra e 4% pretendem gastar o dinheiro extra.

Nesse quadro, 63% dos consumidores planejam cortar gastos, 28% devem manter o mesmo nível de contas e 7% têm intenção de aumentar o consumo. Colocando de lado os itens de supermercado, produtos de farmácia ficam em destaque na intenção de consumo, com 29%, seguido de recarga de celular (25%), roupas, calçados e acessórios (22%) e perfumes e cosméticos (17%). Por último, ficam os materiais de construção, citados por 10% dos consumidores.

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