Empresa da Casas Bahia e Pontofrio cresce no 1º tri com FGTS inativo

Por: Camila Mendonça 609 views

As vendas das lojas físicas da Via Varejo creceram, influenciadas por saldão e recursos do FGTS inativo. Mas e-commerce sofreu queda

cred: Divulgação
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A Via Varejo, dona da Casas Bahia e Pontofrio, apresentou crescimento no primeiro trimestre do ano. As vendas no período foram 2,2% maiores.

As lojas físicas das marcas foram as grandes protagonistas deste crescimento. Segundo a empresa, as vendas nesses canais cresceram 4,2%.

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Em mesmas lojas, aquelas abertas há mais de 12 meses, o crescimento foi de 2,5%. Para se ter uma ideia, no mesmo período de 2016, as vendas das lojas “mesmas lojas” da companhia caíram 11,8%.

Ao todo, as lojas físicas alcançaram uma receita líquida de R$ 4,8 bilhões.

FGTS e Saldão

“Durante a primeira quinzena de Janeiro, utilizamos uma estratégia assertiva de preços competitivos em nossas lojas e sites, bem como a seleção do sortimento de produtos adequado para o ‘Saldão de Janeiro’. Como consequência, obtivemos um crescimento de vendas significativo combinado com rentabilidade, sendo substancialmente formada através de uma estratégia comercial entre a Companhia e seus fornecedores para ambos os canais”, explicou a empresa em relatório.

Além disso, contou para o crescimento da empresa as campanhas voltadas ao público que passou a sacar o saldo do FGTS inativo, desde março.

“Destacamos para o alcance deste desempenho a estratégia comercial implementada para a Semana do Consumidor, bem como o plano de ação implementado em nossas lojas para a orientação aos nossos clientes em como sacar seus recursos de contas de FGTS inativas, através de vídeos educativos em nossos sites e orientações por profissionais capacitados e dedicados em nossas lojas físicas”, disse a empresa.

A iniciativa, afirma a empresa, alavancou o volume de vendas do mês, aumentando o volume de recuperação de créditos, bem como influenciando diretamente na confiança para consumo de nossos clientes.

E-commerce sofre

Ao contrário das lojas físicas, as vendas nos negócios virtuais da Via Varejo não foram tão bem. A receita líquida caiu 5,7% nos primeiros três meses do ano.

Nesse negócio, o foco da companhia é trabalhar o marketplace, que cresceu e já representa 20% das vendas on-line.

“No primeiro trimestre, continuamos com nossa estratégia de otimizar nossa plataforma de marketplace, buscando reforçar nossa parceria com os principais sellers”, disse a empresa.

Atualmente, a companhia tem aproximadamente 4 mil vendedores. Eles disponibilizam aproximadamente 2 milhões de itens que complementam o portfólio de produtos oferecidos pela Via Varejo.

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