Por estar na linha de frente do relacionamento com o consumidor, o varejista conta histórias de forma intuitiva. Geralmente, a admiração está em torno de uma figura mítica. O que falta a eles – e também a empresários de outros setores – são processos para falar de si próprios ou de terceiros.
“Empresas que lidam com o consumidor final têm histórias acontecendo ali o dia inteiro: são engraçadas, curiosas, incríveis ou trágicas. E muitas vezes não percebem, não transformam isso num ativo”, explica Marcelo Douek, sócio-diretor da Lukso, consultoria de marca especializada em storytelling fundada em 2009.
A próxima edição 20 da revista NOVAREJO (novembro-dezembro) trará uma matéria sobre o conceito do storytelling (contação de histórias) e como ele pode ser aplicado no mundo empresarial.
ora Enquanto isso, segue abaixo alguns exemplos de quem está fazendo isso satisfatoriamente.
Pão de Açúcar e seus quatro pilares: paixão por servir, confiança, respeito pelo planeta e qualidade de vida
Casas Bahia: “Quem faz a nossa história é você”
Coca-Cola: “Cada garrafa é uma história”
Contar histórias é uma característica natural do ser humano. E, no meio empresarial, o varejista faz isso espontaneamente. Agora é o momento de profissionalizar essa prática e atrair mais clientes com experiências que traduzem o espírito da marca













